Muitas pessoas ainda não perceberam que os seres existem apenas para se transformar.  Mas para que ocorra uma real transformação é necessário conhecer a linha de base de cada um, ou seja, que se entenda em que estágio de desenvolvimento cada ser se encontra, visando traçar uma meta, um patamar de evolução desejado para daqui a um tempo. Esta linha de base só é percebida através do conhecimento de si próprio.

Mas como conhecer a si mesmo? Não há nada mais cheio de vieses do que a opinião de cada um sobre si: Há os vaidosos, que se veem maiores; há os falsos humildes, que se veem menores para culparem alguém por suas desventuras; há os preguiçosos, que se disfarçam de pessimistas para justificar sua falta de crescimento; há os sem noção, que definem seus tamanhos pelas visões alheias; dentre outros perfis tão comuns no planeta. Uma forma de entender a real linha de base de cada um é através do aprendizado, da forma de perceber o ambiente e os fenômenos naturais e sociais que nele ocorrem. Assim como um espelho mostra um auto reflexo, a análise da maneira com que cada um encara um fenômeno natural ou social espelha o atual estágio de entendimento de cada ser.

Em uma pesquisa, várias pessoas que viveram o período de ditadura militar no Brasil foram arguidas sobre suas impressões daquela fase. A primeira pergunta do questionário foi: “Que imagens marcaram sua memória durante aquela época?”. Três respostas foram escolhidas como exemplos, e apresentadas a seguir:

A) “A conquista da copa de 70 que foi bem destacada pelo governo militar”;

B) “Tínhamos medo da polícia. Simplesmente te jogavam na viatura e levavam sabe-se lá para onde. Não havia controle externo como OUVIDORIA e nem pensar em ir na CORREGEDORIA reclamar”;

C) “Foi um período de alívio, quando estávamos sob ameaça do comunismo”.

Claramente as visões de mundo que as três pessoas tiveram daquela época divergem bastante. E é equivocada a tentativa de rotular esta ou aquela pessoa como certa ou errada, uma vez que todas as visões trazem benefícios e ameaças ao indivíduo que as teve:

  • A pessoa A demonstra capacidade de olhar o lado positivo de um evento, mas carece de percepção das ameaças que o evento traz;
  • A pessoa B mostra a competência em analisar uma situação perigosa e até as soluções para evitar este perigo, mas necessita evoluir controlando melhor este inimigo íntimo: o medo. Nelson Mandela disse certa vez: “Eu aprendi que a coragem não é a ausência de medo, mas o triunfo sobre ele”.
  • A pessoa C apresenta uma boa capacidade empática de perceber os motivos da aplicação de um remédio amargo; contudo, não possui a capacidade de enxergar tons de cinza, focando suas decisões nos extremos: preto ou branco. Matar a vaca para livrá-la dos carrapatos não é uma opção eficaz.

Aqui não há respostas certas ou erradas. Quando se olha os três depoimentos, a concordância com algum deles vem de visões de mundo coincidentes, carregadas das mesmas virtudes (competências) e das mesmas oportunidades de melhoria (carências) que cada pessoa tem, mas que não consegue enxergar, a não ser pelo espelho de um caso, a partir de uma análise desprovida de posições, sentimentos ou dogmas.

Descobertas as carências e traçadas metas de evolução, o que perseguir na prática do cotidiano? A resposta pode estar em algumas recomendações para o auto aprimoramento que devem ser estudadas e praticadas:

  • Invista na análise e reflexão diária dos fenômenos naturais e sociais presenciados;
  • Saiba dizer não;
  • Comunique-se de forma mais eficaz;
  • Tenha força de vontade;
  • Administre bem seu tempo;
  • Perdoe de verdade seus próprios erros;
  • Aprenda a ser mais resiliente;
  • Expresse mais sua gratidão;
  • Assuma responsabilidades;
  • Desafie a si mesmo;
  • Durma bem;
  • Ria mais;
  • Aprenda a ver sempre a metade cheia do copo;
  • Seja mais tolerante.

Estas recomendações podem aumentar o conhecimento sobre os fenômenos sociais do cotidiano, como também reduzir os vieses da percepção de si mesmo, trazidos pelo ego. Albert Einstein dizia que “Quanto maior o conhecimento, menor o ego, quanto maior o ego, menor o conhecimento.”.

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