por João Paulo Iunes

Todas as normas e melhores práticas atuais de gestão colocam a tecnologia da informação como ponto central. A Governança de TI pode ser percebida pelas variáveis GEEDDS:

  • Gerenciabilidade: ITIL, COBIT, BPM e outros frameworks estabelecem controles rígidos de custos, riscos, desempenhos e resultados.
  • Economia: A Governança de TI tem que gerar economia e valor para os negócios. A economia é medida pela relação benefícios sobre custos e riscos. A boa governança reduz custos e riscos de forma balanceada com o aumento de benefícios para os negócios.
  • Escalabilidade: Com a automação de processos se obtem ganhos de escala. A automação de uma empresa está calcada no uso de TI. O uso de TI é um alavancador da escalabilidade dos processos de negócios.  Melhor gestão dos processos de TI e, por conseguinte, melhor desempenho nos processos de negócios.
  • Desempenho: O tempo de entrega no BPM é medido em cada etapa do processo. O desempenho de cada unidade de serviço é essencial ao desempenho final. Maior desempenho é função de controle, indicadores e comparações entre formas de executar o processo e resultados obtidos.
  • Disponibilidade: É acesso aos ativos de uma organização. PCN – Plano de Continuidade de Negócios e o ERM – Enterprise Risk Management, CBIT, ITIL, demonstram a importância que é dada ao fator disponibilidade em Governança de TI.
  • Segurança: Com a governança a área de segurança receb destaque especial. É hoje uma das áreas que mais cresce em TI. Há um padrão ISO para conformidade em segurança. As normas da família 27000 consideram especificamente a segurança de redes, a elevada disponibilidade, contingência, controle de acesso e inventário de ativos de redes.

Conclusão: o objetivo da Governança de TI é prover um salto qualitativo e diferencial nas variáveis GEEDDS de negócios.

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